CDN Comunicação 06.11.2017

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Confira íntegra da nota de esclarecimento distribuída para colaboradores, clientes e imprensa, a respeito de matéria publicada no jornal O Globo, de hoje.

A CDN Comunicação nega que tenha pago qualquer tipo de recompensa ou contrapartida por serviços prestados por Renato Pereira ou pela Prole. É mentira a versão publicada de ‘que sua contratação foi uma contrapartida da CDN por contrato de consultoria assinado com o Ministério da Cultura’ durante a gestão da senadora Marta Suplicy.

A CDN confirma que pagou, dentro da lei com o devido recolhimento dos impostos, notas e recibos, um amplo diagnóstico eleitoral na cidade de São Paulo, realizado pelo Instituto Ideia Big Data com a consultoria e coordenação de Renato Pereira para discutir os cenários eleitorais para a prefeitura de São Paulo.

Para que não restem dúvidas, é importante esclarecer que a senadora solicitou a Renato Ganhito, vice-presidente da CDN, indicação de profissionais para o trabalho de marketing político para sua campanha, caso viesse a se candidatar. A CDN indicou dois profissionais reconhecidos no mercado, tendo Renato Pereira sido um dos dois indicados. Até esse momento, a CDN nunca tivera nenhum contato com Renato Pereira.

A CDN decidiu apoiar o estudo como um investimento para reforçar seu espaço como um player de pesquisa e análise no mercado de comunicação apostando, de maneira legítima e legal, nas oportunidades profissionais do ano seguinte, com as eleições.

É fundamental reforçar ainda que o contrato com o Ministério da Cultura foi assinado um ano antes, em 2014, resultado de uma concorrência pública vencida pela CDN. Além disso, quando da contratação do estudo, a Senadora Marta Suplicy não exercia o cargo de Ministra da Cultura e nem era candidata a nenhum cargo.

A CDN sempre se pautou pela correção e pela ética em todos os seus atos e contratos, e por isso é reconhecida ao longo de seus 30 anos de mercado.